A luta contra as opressões é levada muito a sério pelo nosso mandato. Temos não apenas um discurso em defesa da diversidade e da inclusão, mas também ações concretas contra o machismo, o racismo, o capacistismo, a LGBTfobia, a intolerância religiosa, entre outras formas de discriminação.
Como tem que ser, o Time Augusto Vasconcelos é composto por pessoas de diversos perfis, incluindo negros, mulheres, LGBTQIAPN+, PCDs, integrantes das religiões de matriz africana, por exemplo, que constroem o mandato. Frequentemente, realizamos audiências públicas e sessões especiais, elaboramos propostas, apoiamos iniciativas e participamos de diversos eventos alusivos a essa pauta.
É do nosso mandato a proposta que impede homenagens, na cidade, a violadores de direitos, em uma demonstração de tolerância zero com intolerância. Além disso, buscamos promover a justiça histórica, alterando nomes de ruas e avenidas para homenagear quem realmente merece. Foi assim que a Avenida Adhemar de Barros passou a se chamar Milton Santos. Queremos, agora, alterar o nome da Rua Barão de Cotegipe, um escravista, para batizá-la de Dandara dos Palmares.
Isso tudo nos rende frutos, como o Selo da Diversidade, entregue pela Secretaria municipal da Reparação e Igualdade Racial e o Troféu Axé Bahia, em reconhecimento à luta contra a intolerância religiosa e o racismo, além do título de amigo da luta das mulheres, concedido pelo movimento Divas de Batom.