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4 agosto, 2021

Augusto Vasconcelos solicita flexibilização para o trabalho de músicos

Não é novidade que o entretenimento e a área de cultura foi um dos segmentos que mais sofreu desde o início da pandemia da COVID-19. Devido aos riscos sanitários, os eventos foram suspensos, deixando milhares de profissionais desta área sem alternativa de trabalho e sobrevivência. Com o avanço da vacina e o aprimoramento das medidas de segurança para evitar o contágio da doença, o Brasil já apresenta planos que possibilitem a retomada do setor gradativamente. Atualmente, é permitida a realização de atividades com o máximo de 100 pessoas.
No entanto, o decreto nº 32.798 limita o número de até dois integrantes para apresentações das bandas em estabelecimentos comerciais, prejudicando músicos, roadies produtores e técnicos que perdem a chance de ganhar seus cachês. O Ouvidor-Geral da Câmara Municipal, o vereador Augusto Vasconcelos, critica essa decisão. “Não é uma medida plausível, nem coerente, uma vez que se permite um número de até 100 pessoas no mesmo espaço, mas no palco limita-se para dois integrantes. Músicos que tocam bateria, por exemplo, praticamente não estão trabalhando por conta dessas restrições.”, considera ele.
O vereador Augusto Vasconcelos conseguiu aprovar na LDO, uma emenda específica sobre investimentos em cultura e propôs, juntamente com a bancada de oposição, mudanças no SOS Cultura para ampliar o seu alcance. Mas, essas medidas são insuficientes. “Seguimos defendendo os protocolos sanitários e a necessidade de que os estabelecimentos cumpram os limites de público definidos no Decreto, bem como a exigência do uso de máscaras, distanciamento entre mesas e higienização dos ambientes”, pontuou.

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